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Art Rio 2025

SEBASTIÃO SILVA - FOGO CERRADO

10 a 14 de setembro de 2025

O artista plástico SEBASTIÃO SILVA (Cuiabá, 1969), iniciou-se nas artes no Ateliê Livre da UFMT – Universidade Federal do Mato Grosso, integrando a terceira geração de artistas contemporâneos surgidos na Região.​Participou de exposições no Brasil e exterior, destacando-se a Bienal Naïfs do Brasil (Sesc Piracicaba, SP, 1994 e 2000); Brazilian Naïve Art From The Sesc Collection (Chicago, EUA, 2006).​Em 2019, apresentou exposição individual no Museu de Arte e de Cultura Popular (MACP/UFMT), denominada “Fogo Cerrado”, com curadoria da crítica de arte Aline Figueiredo e produção do artista plástico Humberto Espíndola. ​Na mostra foram apresentadas novas obras do artista que, distanciando-se de sua produção anterior, registros de paisagens e festas populares, passaram a explorar a temática ecológica, incorporando um tom de denúncia sobre as derrubadas e queimadas das matas, a poluição do solo, ar, rios e as incursões indevidas nas terras indígenas. A nova produção resulta da experiência com materiais e suportes diversificados, como resíduos de madeira, cinzas, carvão, folhas, serragem, recolhidos pelo artista no entorno de seu sítio, no interior do Mato Grosso.​

Art Rio 2022

15/09 - 18/09/2022
Curadoria: Ademar Britto

Após sua primeira viagem ao exterior, para participar da Unfair, em Amsterdam, e sua estréia no MASP, ao lado de Portinari e Heitor dos Prazeres, Jota retorna à ArtRio, convidado pelo curador Ademar Britto, para expor no Programa Solo.

Sua pintura experimenta nova fase. A arte conferiu ao jovem negro, cria do Chapadão, o poder de adentrar e mapear novos territórios. Se há um ano o pintor descobria a zona sul do Rio de Janeiro, agora é o mundo que lhe abre as portas. Jota teve sua vida transformada. O único cômodo que dividia com a mãe e o irmão - dormitório, ateliê e sala de estar - fica para trás.

Com o dinheiro do prêmio internacional comprou uma casa. Muda-se para o lado oposto da rua, no coração da comunidade que o viu crescer. A favela continua a experimentar a violência habitual. Nada parece alterar-se no cotidiano das periferias brasileiras. Território de suspeitas, julgamentos e punições imediatas. Mas o reconhecimento público de sua arte, divulgada nos jornais, televisões e redes sociais, transfigura a forma como o mundo o vê.

Em relação ao début de 2019, quando despontou em mostra coletiva na ArtRio, constata-se significativa mudança. Foi ampliada a escala de suas obras, como se expandiu o mundo onde o artista passou a circular. Novas camadas mobilizam seu olhar. A presença policial, frequente em seus trabalhos, adquire outra percepção, refletindo o novo status do artista, que a fama, na sociedade de massas, parece lhe conferir.

Retirado do anonimato da vida dos jovens pretos, Jota passa a ver a movimentação policial não pelo cano do fuzil na cabeça, frio metal que lhe fora apontado algumas vezes, durante as rotineiras operações na favela. Agora, o veículo militar aparece oculto pelos prédios, e a tensão é sugerida pela postura de ataque dos cães que perambulam pelas vielas. A brutalidade é mediada, oblíqua, seletiva. O caveirão continua lá, impondo suas marcas, deixando seu rastro. Mas o pintor é retratado em um plano superior, do alto de uma escadaria, como um observador privilegiado ou uma entidade, capaz de observar, de outro plano, a diminuta bandeira, com letras invertidas, a enunciar “Paz e Amor”. E nas noites da favela, após os dias de guerra, entre escombros e feridos, movimentam-se missionários, em busca de um terceiro exército, crescente na região e no país: o exército da fé. O embate bíblico, milenar.

Em outra pintura, há uma troca de olhares, entre o artista e policiais, e um aceno, afinal, é esboçado pelos militares. Após um segundo de hesitação, Jota retoma à sua rotina, preparando, pacientemente, o cigarro.

Art Rio 2022

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E no stand D11, da Aura Galeria em parceria com a MT Projetos de Arte, uma seleção de obras de Gervane de Paula.

 

Ocupando espaço na produção das artes visuais em Mato Grosso desde o final da década de 1970, Gervane de Paula estrutura sua carreira explorando corajosamente uma diversidade de meios que servem de base para seu complexo, e sempre contundente, repertório de discussões. Assuntos como o desmatamento e degradação do meio ambiente, violência urbana, misoginia, desigualdade social são temas presentes na conformação do seu processo artístico. 

 


 

Art Rio 2021

A ArtRio 2021 celebrou a diversidade artística brasileira com exposições de grande impacto, como as de Gervane de Paula e Rafael Matheus Moreira.

Gervane apresentou a série Arte Aqui Eu Mato, explorando temas sociais e políticos em obras que mesclam ironia e crítica, trazendo reflexões sobre violência, poder e cultura popular. Sua abordagem provocativa reafirmou sua relevância no cenário artístico contemporâneo.

A exposição contou com o apoio da Prefeita de Cuiabá.

Art Rio 2021

Rafael Matheus Moreira marcou a feira com a série Registros Gerais, sendo a primeira artista travesti a realizar uma exposição solo no Rio de Janeiro. Suas obras entrelaçam vivências pessoais, memória e questões de identidade, em uma narrativa transformadora.

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